Filmes

O filme do Prime Video que todas as mulheres deveriam assistir

3 min de leitura
É assim que acaba

Baseado no romance homônimo de Colleen Hoover, É Assim que Acaba chegou ao Prime Video como uma das adaptações literárias mais comentadas dos últimos anos. O filme mergulha em relacionamentos intensos e aborda temas delicados com abordagem emocionalmente direta.

Desde o início, É Assim que Acaba apresenta Lily Bloom como protagonista determinada a reconstruir a própria vida. Ao mesmo tempo, o longa não idealiza o romance, optando por explorar nuances complexas das relações afetivas.

Além disso, a história equilibra momentos de paixão com conflitos que revelam fragilidade emocional dos personagens. Consequentemente, o drama se desenvolve de maneira progressiva.

Do que se trata É Assim que Acaba

Em É Assim que Acaba, acompanhamos Lily Bloom, interpretada por Blake Lively, jovem que se muda para Boston para abrir sua própria floricultura. Após infância marcada por lembranças difíceis, ela decide iniciar nova fase longe do passado.

É nesse contexto que conhece Ryle Kincaid, vivido por Justin Baldoni, um neurocirurgião carismático, confiante e inicialmente relutante quanto a relacionamentos sérios. A química entre os dois é imediata. Entretanto, conforme o romance avança, comportamentos de Ryle começam a revelar traços preocupantes. Pequenos episódios de agressividade e controle alteram dinâmica do casal.

Paralelamente, Atlas Corrigan, interpretado por Brandon Sklenar, reaparece na vida de Lily. Atlas representa vínculo do passado e símbolo de apoio durante período difícil da adolescência. À medida que Lily se vê dividida entre sentimentos antigos e realidade presente, É Assim que Acaba constrói conflito emocional central: romper ciclo ou permanecer nele.

Além disso, o filme não simplifica decisões da protagonista. Pelo contrário, mostra o quanto vínculos afetivos podem ser complexos e difíceis de interromper.

Consequentemente, o drama ganha intensidade à medida que Lily confronta memórias da infância e percebe padrões repetidos.

Embora apresentado como romance, É Assim que Acaba se concentra principalmente em responsabilidade emocional. Primeiro, constrói paixão intensa. Depois, expõe consequências do comportamento abusivo.

Além disso, o roteiro evidencia como violência pode se manifestar de forma gradual e confusa. Portanto, a narrativa convida à reflexão sobre limites e autopreservação.

Enquanto Lily enfrenta dilemas internos, Atlas representa possibilidade de amor saudável. Entretanto, a decisão final não depende apenas de escolher entre dois homens, mas de interromper ciclo que atravessa gerações.

Ainda que o filme mantenha tom romântico em alguns momentos, seu foco principal está na força da protagonista.

Quais os nomes do elenco

Blake Lively lidera É Assim que Acaba com interpretação que equilibra vulnerabilidade e firmeza crescente. A atriz sustenta jornada emocional da personagem com intensidade contida.

Justin Baldoni, que também dirige o filme, interpreta Ryle Kincaid com complexidade, evitando caricatura simplista do antagonista.

Brandon Sklenar compõe Atlas Corrigan com postura sensível e protetora, funcionando como contraponto emocional ao relacionamento central. O trio principal sustenta impacto dramático da narrativa.

É assim que acaba
Imagem: Divulgação

Vale a pena assistir É Assim que Acaba?

Para quem aprecia dramas românticos que abordam temas sociais relevantes, É Assim que Acaba é uma escolha significativa no Prime Video. O filme não se limita a história de amor tradicional.

Além disso, a adaptação mantém essência emocional do livro e provoca discussões importantes sobre relacionamentos.

Disponível no Prime Video, É Assim que Acaba oferece experiência intensa, sensível e reflexiva.

Aproveite para ler:

> Com só 3 episódios, essa minissérie da Netflix é chocante desde o 1° minuto

Acesse diariamente nossas dicas de filmes e se inscreva em nosso Google News para não perder nenhuma novidade.

Sobre o autor

THARLEY SILVA

Autor do site, responsável por notícias, listas e recomendações editoriais.