A Netflix recebeu em 2025 uma das produções mais ambiciosas já feitas para streaming. The Electric State, dirigido pelos irmãos Joe Russo e Anthony Russo, chegou ao catálogo com grande expectativa e rapidamente se transformou em um fenômeno de audiência. Ainda assim, o longa acabou dividindo opiniões entre público e crítica, criando um contraste curioso: números gigantes de visualizações e, ao mesmo tempo, uma recepção bastante discutida.
Disponível na Netflix, o filme mistura aventura, ficção científica e elementos de road movie em uma narrativa ambientada em um futuro alternativo. Com Millie Bobby Brown no papel principal e Chris Pratt como seu improvável parceiro de jornada, a produção aposta em cenários pós-apocalípticos, robôs abandonados e uma atmosfera melancólica inspirada na obra visual de Simon Stålenhag, que serviu de base para a história.
Além disso, o roteiro foi escrito por Christopher Markus e Stephen McFeely, dupla conhecida por sucessos do Universo Cinematográfico da Marvel. Esse pedigree criativo elevou ainda mais as expectativas em torno de The Electric State, que chegou ao streaming com status de grande blockbuster digital.
A sinopse de The Electric State
A trama de The Electric State acompanha Michelle, uma adolescente que vive em um mundo marcado pelas consequências de uma grande revolta das máquinas. Nesse cenário distópico, robôs que antes conviviam com humanos agora estão espalhados por zonas isoladas, lembrando constantemente um conflito que mudou o rumo da civilização.
Michelle embarca em uma jornada pelo interior dos Estados Unidos após descobrir pistas de que seu irmão desaparecido pode ainda estar vivo. Ao longo da viagem, ela é acompanhada por um robô de aparência curiosa que parece carregar mensagens do passado.
Durante o percurso, a protagonista encontra Keats, um contrabandista de passado nebuloso que decide ajudá-la. Juntos, eles atravessam paisagens decadentes, cidades esquecidas e regiões dominadas por máquinas abandonadas.
Enquanto avançam na busca, Michelle passa a perceber que a guerra entre humanos e robôs talvez esconda verdades mais complexas do que se imaginava. Dessa forma, The Electric State constrói uma narrativa que mistura aventura, mistério e reflexões sobre tecnologia e memória.
Qual é o elenco da trama?
Millie Bobby Brown, conhecida mundialmente por interpretar Eleven em Stranger Things, assume o papel de Michelle, a jovem protagonista que conduz a história. Sua personagem carrega o peso emocional da busca pelo irmão desaparecido e funciona como o centro emocional da narrativa.
Chris Pratt, lembrado por Guardiões da Galáxia e Jurassic World, interpreta Keats, um contrabandista que cruza o caminho de Michelle durante sua jornada. O personagem traz um tom mais pragmático à trama e ajuda a equilibrar o clima dramático da história.
Anthony Mackie, famoso por seu papel como Sam Wilson no Universo Marvel e protagonista de Falcão e o Soldado Invernal, também participa do filme dando voz a um dos robôs que acompanham a aventura. Sua presença adiciona uma camada adicional ao universo tecnológico apresentado na narrativa.
Vale a pena assistir The Electric State?
Apesar de ter dividido opiniões da crítica especializada, The Electric State rapidamente se transformou em um dos filmes mais assistidos da história recente da Netflix. Esse contraste revela algo interessante sobre o longa: mesmo com avaliações mistas, a produção despertou enorme curiosidade do público.
Parte disso se deve à escala visual do projeto. Os irmãos Russo investem em cenários amplos, efeitos digitais detalhados e um universo futurista que mistura nostalgia tecnológica com estética pós-apocalíptica.
Por outro lado, alguns críticos apontaram que o roteiro poderia explorar melhor os temas apresentados, especialmente a relação entre humanos e inteligência artificial. Ainda assim, muitos espectadores destacaram o tom melancólico da narrativa e a construção visual do mundo como pontos fortes.
Assim, The Electric State acaba funcionando como uma experiência curiosa dentro do catálogo da Netflix: um filme de grande orçamento, com elenco popular e uma proposta visual marcante. Mesmo com críticas divididas, seu enorme alcance mostra que a produção encontrou um público interessado nesse tipo de ficção científica contemplativa.
Para quem gosta de histórias ambientadas em futuros alternativos, com robôs misteriosos e jornadas emocionais, o filme permanece disponível no catálogo da Netflix.
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